Postado em 7 de janeiro de 2015

NAIARA AZEVEDO – CAMINHÃO DE LÁGRIMAS

Quando abrir aquela porta                                                                       Vai sair falando que não se importa

Que não sou lá essas coisas
Que foi meio assim
E que de mim cê já nem gosta

E vai sair de carro, cantando pneu
Dizendo por aí que já me esqueceu
Vai beijar a primeira boca, na primeira boate
Se achando confiante, vai voltar pra casa tarde
E as quatro paredes
Daquele seu quarto
Vão gritar bem alto
Vão te dar trabalho

Pode botar tudo a baixo
Ou até pintar de roxo
Até o seu criado mudo vai falar de mim
E não vai te deixar dormir

E pode botar tudo a baixo
Ou até pintar de roxo
O frio do ar condicionado vai doer
E não vai ter eu pra te aquecer

É certo, não vai demorar
Você vai voltar
Depois de chorar
Um caminhão de lágrimas

Um caminhão de lágrimas

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